Uso errado
Revendo os erros de mal uso das máscaras
1) Tocar ou coçar o rosto enquanto está com a máscara
2) Ajeitar a posição da máscara tocando no tecido sem lavar as mãos antes
3) Colocar a máscara no queixo
4) Deixar os óculos embaçados
5) Adquirir máscaras grandes ou pequenas demais
6) Ficar muito tempo com a mesma máscara
7) Guardar a máscara suja na bolsa ou no bolso
8) Fazer um X com os elásticos
9) Usar bandanas ou cachecol como máscara
10) Deixar o nariz fora da máscara
11) Compartilhar máscaras
QUAL A MÁSCARA DE PREFERÊNCIA?
Há várias marcas no mercado. Veja uma abaixo:

REFERÊNCIAS
Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Recommended Guidance for Extended Use and Limited Reuse of N95 Filtering Facepiece Respirators in Healthcare Settings. March 27, 2020.
Nebraska Medicine COVID-19 PPE Guidance. Extended Use and Limited Reuse of Disposable Facemasks, Respirators and Protective Eyewear. March 19, 2020.
Offeddu V, Yung CF, Low MSF, Tam CC. Effectiveness of Masks and Respirators Against Respiratory Infections in Healthcare Workers: A Systematic Review and Meta-Analysis. Clin Infect Dis. 2017;65(11):1934.
Radonovich LJ Jr, Simberkoff MS, Bessesen MT, Brown AC, Cummings DAT, Gaydos CA, Los JG, Krosche AE, Gibert CL, Gorse GJ, Nyquist AC, Reich NG, Rodriguez-Barradas MC, Price CS, Perl TM, ResPECT investigators. N95
Respirators vs Medical Masks for Preventing Influenza 6 / 7 Máscaras N95 – conceitos e recomendações – abril 2020 Por Matheus Franco – Endoscopia Terapêutica – https://endoscopiaterapeutica.com.br Among Health Care
Personnel: A Randomized Clinical Trial. JAMA. 2019;322(9):824.
Noti JD, Lindsley WG, Blachere FM, Cao G, Kashon ML, Thewlis RE, McMillen CM, King WP, Szalajda JV, Beezhold DH. Detection of infectious influenza virus in cough aerosols generated in a simulated patient examination room. Clin Infect Dis. 2012 Jun;54(11):1569-77. Epub 2012 Mar 29.
Por que durante as epidemias de peste bubônica médicos usavam máscaras?
Causada por bactéria transmitida por pulgas de animais, a peste bubônica foi uma das doenças mais temidas do mundo. Com sintomas que se assemelhavam aos da gripe, incluindo febre, dor de cabeça e vômito e, sem tratamento, provocava morte de 30% a 90% dos infectados em um período de dez dias. A pandemia que assolou Europa, Ásia e África no século 14 e vitimou 50 milhões de pessoas (cerca de um terço da população europeia na época) ficou conhecida como “Peste Negra”.
No século 17, os médicos usavam vestido que os cobria da cabeça aos pés e máscara com bico de pássaro. A razão por trás dos trajes esquisitos (e levemente assustadores) é o desconhecimento científico acerca das causas da doença. Nos lembra a epidemia do Coronavírus?

Naquela época, a teoria corrente para a disseminação de doenças infecciosas era a miasmática. Formulada pelo médico inglês Thomas Sydenham e o italiano Giovanni Maria Lancisi, defendia que as moléstias tinham origem nos miasmas, o conjunto de odores fétidos que vinham de matéria orgânica em putrefação e da água contaminada. Eles causariam um desequilíbrio nos fluidos corporais do paciente, e acreditava-se que perfumes fortes poderiam proteger da peste.
A lógica das máscaras era justamente essa: evitar que o miasma chegasse ao nariz dos médicos. Preenchidas com teriaga, uma combinação com mais de 55 ervas e outras especiarias que desde a Grécia Antiga era tida como um antídoto para qualquer envenenamento, a ideia era que a forma de bico proporcionasse tempo o suficiente para purificar o ar
O responsável pela criação foi o médico Charles de Lorme, que cuidou da realeza francesa durante o século 17, entre eles o rei Luís XIII. Além da máscara esquisita, o visual era composto por uma camisa por dentro de calças que se conectavam a botas, um casaco coberto por cera perfumada, chapéu e luvas feitos de couro de carneiro, além de uma vara para afastar os doentes.












